Cavaco no seu melhor…
Cavaco Silva, encarregou
António Costa do PS para formar Governo. Até aqui, está tudo certo. É a
normalidade a funcionar. O problema vem depois, ou seja, o PR encarregou
António Costa de formara Governo, mas colocou seis questões que têm de ser
esclarecidas a constatar:
a)
Aprovação de moções de confiança;
b)
Aprovação dos Orçamentos do Estado, em particular o Orçamento para 2016;
c)
Cumprimento das regras de disciplina orçamental aplicadas a todos os países da
Zona Euro e subscritas pelo Estado Português, nomeadamente as que resultam do
Pacto de Estabilidade e Crescimento, do Tratado Orçamental, do Mecanismo
Europeu de Estabilidade e da participação de Portugal na União Económica e
Monetária e na União Bancária;
d)
Respeito pelos compromissos internacionais de Portugal no âmbito das
organizações de defesa colectiva;
e)
Papel do Conselho Permanente de Concertação Social, dada a relevância do seu
contributo para a coesão social e o desenvolvimento do País;
f)
Estabilidade do sistema financeiro, dado o seu papel fulcral no financiamento
da economia portuguesa.
Desde quando é que o PR
interfere na esfera do Governo?
O Presidente apenas e só se
limita a indigitar A ou B para formar Governo, o resto, é da inteira
responsabilidade do indigitado.
Se o Governo vai durar
quatro anos ou se apenas dura um ou dois anos, não compete ao PR, exigir ao
indigitado que forme um Governo com a duração da legislatura completa. Quem
pode ter uma certeza dessas?
Tanto quanto foi dado a
conhecer na indigitação de Passos Coelho, o PR não se pôs com essas exigências.
Então, porquê fazê-las agora?
Cavaco está completamente
senil, ultrapassado e egocentrista. Há muito que devia ter pedido a demissão de
Presidente da República. O cargo que ocupa é demasiado importante, para que
seja partidarizado, como ele o tem feito. Cavaco chega ao fim do seu mandato,
sendo Presidente de alguns portugueses e não de todos os portugueses. Já são
mais os cidadãos que não aceitam nem se revêem, nas políticas deste PR.
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